Israel recebeu neste domingo (26) reféns do Hamas após o grupo extremista adiar a entrega das pessoas, após afirmar que os inimigos haviam violado o acordo estabelecido. A chegada da nova leva ao Estado Judeu foi confirmada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
O gabinete de Netanyahu confirmou ter recebido uma lista de reféns que deverão ser libertados. O documento foi verificado por autoridades de seguranças e as famílias dos reféns foram comunicadas.
Israel e o Hamas promoveram um cessar-fogo de quatro dias para a saída de palestinos do norte da Faixa de Gaza e a entrada de ajuda humanitária na região. A entrega da 3ª lista de reféns foi adiada após o Hamas apontar falhas de Israel sobre a chegada da ajuda humanitária no território.
O Hamas alegou que dois reféns que deveriam estar entre os libertos na noite de sábado (25) não foram localizados.
A saída de 39 prisioneiros palestinos de Israel e a libertação de 13 israelenses e quatro estrangeiros ocorreu após a mediação do Catar. O atraso chegou a sete horas.
O general Herzi Halevi, chefe do Estado-Maior de Israel, afirmou, em discurso, que quando a pausa acabar as tropas irão voltar “às nossas operações com determinação”. Ele pontua ainda que o combate é necessário para forçar “a continuação da libertação dos reféns e o completo desmantelamento do Hamas”.



