A valorização da ancestralidade cultural é o que move o trabalho da baiana Márcia Meireles. Ela mantém um ateliê no bairro do São Caetano, região periférica de Salvador, para a confecção de turbantes e tiaras com estampas que remetem ao continente africano. São mais de 100 peças produzidas por ela semanalmente.
Formalizada como Microempreendedora individual (MEI), ela abriu o negócio em 2018. Na época, Meireles precisou do cartão de crédito da mãe para comprar de forma parcelada o equivalente a R$ 200 em tecido. Hoje, ela consegue faturar R$ 10 mil mensais no período de alta temporada e realiza vendas por meio de redes sociais, lojas parceiras e feiras. A maior parte dos clientes são turistas.
Em seu ateliê, Meireles trabalha com mais de 200 estampas. Parte dos tecidos utilizados para as peças, segundo ela, é importada de localidades da África. Outra parcela, de origem nacional, traz estampas semelhantes aos elementos culturais que remetem aos seus ancestrais.
“A África, para mim, é de onde eu vim, é minha raiz, e eu quis reproduzir nos turbantes um pouco do que eu provavelmente vivi há muitos anos”, afirmou a empreendedora.
A reportagem completa foi ao ar no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Assista aqui.
Por Redação – PEGN



