O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, mencionou que o programa Desenrola Brasil, destinado a pessoas endividadas, serviu de inspiração para o governo considerar uma renegociação de dívidas também para empresas inadimplentes.
Durante a abertura de um fórum direcionado aos setores de comércio e serviços, Alckmin abordou a necessidade de explorar alternativas à desoneração da folha de pagamentos para segmentos econômicos, especialmente após o término das discussões sobre a reforma tributária, ainda em avaliação no Congresso Nacional. Ele sugeriu a possibilidade de substituir a desoneração da folha de pagamento por uma taxa baseada no faturamento das empresas.
Na semana passada, o presidente Lula vetou completamente o projeto que prorrogaria a desoneração da folha de pagamentos para 17 setores até 2027. Esta decisão surgiu em meio aos esforços do governo em realizar ajustes nas contas públicas, visando cumprir a meta fiscal de déficit zero até 2024.
Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está em viagem ao exterior, Geraldo Alckmin assume interinamente a Presidência da República.



