Apesar das chances serem remotas, o PCdoB ainda mantém a possibilidade de indicar um representante para a vaga no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) que abrirá em dezembro. O deputado federal Daniel Almeida, membro proeminente do partido na Bahia, expressou a necessidade de mais espaço, sugerindo que há indicativos de a próxima vaga ser destinada à sigla.
Ele destacou a importância de dividir espaços entre os grupos políticos que governam a Bahia e mencionou que o PCdoB não participa ativamente de algumas esferas políticas há um tempo considerável. Almeida ressaltou a possível abertura para uma discussão sobre a indicação na próxima semana.
Embora ainda não haja consenso sobre quem seria o indicado, o deputado apontou a existência de uma demanda interna por renovação no partido, sugerindo que a nomeação para o TCM poderia ser o início desse processo.
Almeida também mencionou a possibilidade de seu nome, assim como o de Fabrício Falcão, serem considerados, enfatizando que as decisões dentro do PCdoB são coletivas. Ele enfatizou a importância da alternância e como a ocupação dessa vaga pode fortalecer o partido, contribuindo nas relações com os prefeitos através de boas práticas.
Por fim, Almeida expressou a esperança de que o governador Jerônimo Rodrigues desempenhe um papel decisivo na escolha, ressaltando a influência do governador na liderança do grupo.
A vaga aberta no TCM em dezembro será deixada por Fernando Vita, que está prestes a completar 75 anos e se aposentar compulsoriamente. Há rumores nos bastidores de que o PSD de Otto Alencar teria preferência na indicação, com nomes como Sérgio Brito e Marcus Cavalvanti sendo cotados. Adolfo Menezes, presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, também estaria sendo considerado, apesar de ter negado publicamente essa possibilidade, como uma forma de desencorajá-lo de buscar um terceiro mandato consecutivo na Casa.



