O ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), rebateu os ataques do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Roma acusou Jerônimo de fazer acusações infundadas para desviar a atenção de sua gestão, que ele classificou como fracassada.
“Em vez de trabalhar pelo povo da Bahia, que enfrenta dificuldades com a seca e a violência, Jerônimo profere inverdades para desviar a atenção popular de sua gestão”, disse Roma. “O governador precisa mudar o lado do disco e descer do palanque.”
Roma também criticou a afirmação de Jerônimo de que Bolsonaro teria tirado dinheiro do SUS para o tratamento de câncer e hemodiálise. “Só um petista raiz como o governador Jerônimo Rodrigues para tamanha desfaçatez”, afirmou.
O ex-ministro lembrou que o governo Bolsonaro evitou o agravamento da miséria e da pobreza no Brasil, apesar da pandemia. “Os dados oficiais do IBGE são provas cabais da redução das desigualdades sociais no governo passado”, pontuou.
Roma também destacou que o Auxílio Brasil, criado durante a gestão Bolsonaro, foi triplicado em valor e incluiu uma série de medidas para a emancipação do beneficiário. “No tempo de Bolsonaro, o beneficiário do Auxílio Brasil não perdia o benefício de R$ 600 no caso de conseguir um emprego com carteira assinada”, disse. “Enquanto o PT de Jerônimo quer o povo brasileiro dependente das migalhas que oferece.”
Por fim, Roma disse que a educação é a principal chave para a prosperidade de um povo e que o PT não dá a devida atenção a essa área. “O atual governador Jerônimo Rodrigues é o maior exemplo disso”, disse. “Foi secretário de educação da Bahia e deixou como legado o pior ensino público do Brasil.”



