A escolha do próximo conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) da Bahia já movimenta os bastidores da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Nesta quarta-feira (22), a bancada governista da Casa se reuniu para discutir a disputa, que já conta com os nomes de Fabrício Falcão (PCdoB), Rogério Andrade (MDB), Roberto Carlos (PV) e Paulo Rangel (PT).
A preferência para indicação do nome que ocupará a cadeira do conselheiro Fernando Vita, que ficará livre a partir de dezembro, é da Casa Legislativa.
“Essa vaga é da Assembleia. É o primeiro ano de governo de Jerônimo, ele precisa cada vez mais estar fortalecido, e tenho certeza que o pensamento dele, me colocando no lugar, é respeitando as instituições”, disse o líder da oposição Alan Sanches (União Brasil).
Sanches ainda afirmou que tem sentido um crescimento do desejo dos parlamentares em se lançar como postulante para a vaga.
“Eu tenho sentido isso crescer muito aqui na Assembleia pela escolha de um candidato que seja um deputado estadual, que pode inclusive ser um ex-deputado estadual. Eu defendo”, pontuou Sanches.
Ele acrescentou: “nós temos grandes nomes aqui que são experimentados na política, experimentados na administração pública, que poderão sim contribuir com o TCM, porque nós precisamos de orientadores no TCM, e não só julgadores a letra fria da lei”.
Ao contrário da bancada governista, o bloco de oposição ainda não tem um nome definido para concorrer a vaga na Corte de Contas. Uma das opções cotadas é o ex-presidente da Alba e ex-deputado federal, Marcelo Nilo (Republicanos).
“Não foi definido [candidato do TCM]. Nós estivemos com Nilo, ele desde a passada já queria estar disputando isso. Teve a disputa interna com Tom [Araújo] e Tom foi candidato. Agora, Marcelo vem se colocando”, comentou Sanches.
“Com relação ao nome da oposição, nós ainda vamos estar sentando com toda a bancada para discutir, por enquanto, há conjecturas”, concluiu.



