O líder norte-coreano Kim Jong-un voltou a ameaçar com um ataque nuclear à Coreia do Sul, após uma reunião de cinco dias do comitê central do Partido dos Trabalhadores da Coreia. Ele também ordenou a aceleração dos preparativos militares para uma “guerra” que poderia “explodir a qualquer momento”.
Durante a reunião, Kim criticou duramente os Estados Unidos, acusando-os de apresentarem “vários tipos de ameaça militar”. Ele ordenou que seu Exército monitore de perto a situação de segurança na península e que “responda sempre com uma atitude arrasadora”.
Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos intensificaram sua cooperação em matéria de defesa este ano, diante das crescentes ameaças nucleares e de mísseis por parte de Pyongyang. No início de dezembro, um submarino americano de propulsão nuclear chegou ao porto sul-coreano de Busan, e Washington enviou bombardeiros de longo alcance para executar manobras com Seul e Tóquio.
Para Pyongyang, o envio de armas estratégicas, como os bombardeiros B-52, aos exercícios conjuntos na península coreana são “ações intencionalmente provocadoras dos Estados Unidos para uma guerra nuclear”.



