Representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb) e Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) se reuniram nesta segunda-feira (11) para discutir as implicações da seca na Bahia.
Com os efeitos do El Niño no Brasil, cerca de 130 municípios baianos já decretaram estado de emergência por causa da falta de chuva. Em toda a Bahia, 107 mil animais foram mortos devido à estiagem e na agricultura, dezenas de culturas devem ser replantadas.
Os gestores definiram a criação de uma força-tarefa para a criação de medidas que minimizem os prejuízos para a produção agropecuária no estado.
Na reunião, que ocorreu na sede da Federação da Agricultura, no bairro do Comércio, em Salvador, os representantes do agronegócio baiano concordaram que é preciso agir com urgência para minimizar os prejuízos causados pela seca.
O presidente da Faeb, Humberto Miranda, chamou atenção para a necessidade de ações de curto prazo. “Não podemos esperar para tomar uma atitude”, disse.
Miranda também ressaltou a importância de envolver outros entes, como a União dos Municípios da Bahia (UPB) e instituições financeiras.
O secretário de Agricultura do Estado, Wallison Tum, pediu o apoio do Sistema Faeb/Senar para levar as ações técnicas e informativas ao maior número de municípios.
A força-tarefa criada na reunião desta segunda-feira (11) deve se reunir nos próximos dias para definir as ações que serão tomadas para mitigar os efeitos da seca na Bahia.
Foto: Divulgação / Senar



