Após cinco anos fechada para restauração devido a um incêndio, a Catedral de Notre-Dame de Paris será oficialmente reaberta neste fim de semana. Neste sábado (7), está programado um espetáculo musical, enquanto no domingo (8), será realizada uma missa solene.
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, e dezenas de chefes de Estado e de governo aceitaram convites do presidente francês, Emmanuel Macron, para a reinauguração, de acordo com a agência Associated Press.
O projeto da reforma custou cerca de 700 milhões de euros (cerca de R$ 4,4 bilhões). O dinheiro veio do mundo todo, incluindo de bilionários franceses do setor de luxo, como François Henri Pinault e a família Arnault.
Símbolo de Paris
Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1991, a Notre-Dame é um dos principais símbolos de Paris e uma das catedrais mais famosas do mundo.
Ela é considerada uma obra-prima gótica medieval, sendo um dos monumentos mais amados e frequentados por turistas que visitam a capital francesa. Ela encanta por suas abóbadas de nervuras, arcobotantes, vitrais deslumbrantes e gárgulas de pedra esculpida.
Um projeto ousado para um homem que nasceu camponês e chegou a ser bispo de Paris em 1160. Ele não vinha de uma família influente, mas contava com o apoio do rei Luís VII, o Piedoso, com quem estudou na escola da catedral de Paris.
Segundo seus planos, a catedral, construída após ele erguer quatro igrejas na Île de la Cité, seria a maior e mais alta. Teria torres e um pináculo coroado por um galo, símbolo para despertar os cristãos adormecidos.
A tradição situa a colocação da primeira pedra em 1163. Maurice de Sully, que morreu em 1196, não viu a conclusão da obra, por volta de 1345.
*Com informações do portal g1



