O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, acusou o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e o próprio PT de tentativas de censura por criticarem a situação da segurança pública no estado. Em uma declaração nas redes sociais, Neto destacou a invasão ao comitê de Flávio Matos, candidato à prefeitura de Camaçari, como um exemplo da violência enfrentada na Bahia.
“Vocês acompanharam a quantidade de absurdos, abusos e desrespeitos que aconteceram nessa campanha eleitoral. Quando a gente pensa que chegou ao fim, que nada, acontece um absurdo ainda maior. Depois do governador Jerônimo Rodrigues ter dito que iria me processar, vejam só, me processar, porque eu estou denunciando os problemas de violência e da segurança pública no estado da Bahia, o PT e ele entraram na justiça para me censurar, tentaram suspender as minhas redes sociais”, disse Neto.
O ex-prefeito de Salvador expressou sua indignação em relação a uma decisão judicial que, segundo ele, beneficiou o candidato petista Luiz Caetano em Camaçari. Ele enfatizou a importância da liberdade de expressão ao abordar temas como tráfico de drogas e crime organizado na cidade.
Neto também usou o episódio da invasão em Monte Gordo para destacar o agravamento da violência na campanha. “Vocês viram o que aconteceu no dia de hoje aqui em Camaçari, com bandidos armados invadindo um espaço político eleitoral de um apoiador do nosso candidato Flávio Matos.”
O vice-presidente do União Brasil afirmou que continuará criticando a gestão estadual e defendendo a liberdade das oposições. “Jerônimo, não adianta, você não vai me amordaçar, você não vai me calar, e a resposta que você vai ter vai ser amanhã, a partir de 17 horas, aqui em Camaçari, com a eleição de Flávio Matos.”



