O sindicato dos servidores públicos da Argentina, ATE, ameaçou convocar uma greve geral a partir de quarta-feira (27) após o presidente Javier Milei assinar um decreto para não renovar contratos de 7 mil funcionários públicos contratados neste ano.
O secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar, disse que a medida é um “ataque sem precedentes contra os trabalhadores do Estado” e que a entidade não aceitaria nenhuma demissão. Ele também enfatizou que os funcionários públicos realizam tarefas essenciais para o funcionamento do governo.
A ATE está se reunindo com representantes do Congresso em busca de derrubar o decreto. A medida ainda passará por uma fase de avaliações, pelos próximos 90 dias, para definir quais cargos serão mantidos.
O decreto de Milei surge uma semana depois de ele apresentar o Decreto de Necessidade e Urgência (DNU), que revogou mais de 300 leis a fim de desregulamentar a economia.



