O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), evita falar publicamente sobre sua possível candidatura à reeleição em 2024. A oito meses para o início do pleito, o gestor da capital baiana garante que a estratégia de não divulgar a candidatura está no “caminho certo”.
“Estou fugindo de política, disse que esse ano falaria pouco de política e muito de gestão. Já chegamos ao final do ano e a nossa estratégia cada dia se confirma que ela está certa”, disse o prefeito.
Durante a entrega da requalificação das obras do novo Mercado Modelo, localizado no bairro do Comércio, o chefe do Palácio Thomé de Souza ainda defendeu a “hora certa” para tomar a decisão sobre a sua reeleição.
“No momento certo irei comentar as decisões, no momento certo irei me posicionar até porque eu me formei na política. Nesses 25 anos de vida pública, a maioria dos cargos em que ocupei foram cargos que eu desenvolvi mais as questões políticas, articulações, composições, estratégias políticas, mais do que gestão”, comentou.
E acrescentou: “estou consciente de que na hora certa irei me posicionar sobre os fatos políticos. Deixa o time adversário tratar e cuidar do trabalho deles enquanto estou tocando e cuidando do meu trabalho”.
Apesar destas declarações, o secretário de Governo de Salvador, Cacá Leão, considerado braço-direito de Bruno Reis, acredita que o gestor deve desfilar nas ruas da capital baiana como candidato à reeleição no ano que vem.
A possível pré-candidatura do chefe do Palácio Thomé de Souza já conta com um arco de alianças de oito partidos, são eles: PP; PDT (partido da atual vice-prefeita Ana Paula Matos); Republicanos; PSDB-Cidadania; PRD (fusão entre Patriota e PTB) e PL, que se inclina para oficializar apoio a Bruno.



