Ainda com boas chances de lutar por uma vaga para o playoff da Conmebol Sudamericana, o Vitória, momentaneamente, deixa o Brasileiro para depois. No início da tarde desta segunda-feira (26), a equipe segue viagem para Quito, no Equador.
Na quarta-feira (28), joga contra a Universidad Católica, às 19h30 de Brasília, no Estádio Olímpico Atahualpa, na capital boliviana.
Neste domingo (25), o Rubro-Negro foi superado em casa pelo Santos, por 1 x 0, em jogo da 10ª rodada do Brasileiro. Na coletiva ao final do duelo no Barradão, o técnico Thiago Carpini falou a respeito do que precisa mudar urgentemente:
“O primeiro ponto são as oportunidades de gol. Precisamos fazer os gols. Na parte defensiva, não sofremos massacre contra Vasco, Grêmio, Bahia e hoje. Foram erros pontuais que nos custaram o resultado final. A gente não é um time vulnerável que o adversário cria muito. E ofensivamente precisamos ser mais eficientes. O futebol tem coisas que fogem do controle de qualquer treinador, algumas coisas não podemos garantir. Podemos garantir evolução, entrega para transformar as oportunidades em gols”.
Carpini comentou que após a vitória de virada contra o contra o Vasco, pelo Brasileiro, acreditou que começaria uma virada de chave da equipe na competição.
“O momento (atual) é muito delicado, e precisamos, mais do que explicar, entender o momento. A gente encarou o jogo contra o Vasco como uma virada de chave, e aí essas duas derrotas (Santos e Bahia) nos deram um novo alerta. Não é o momento de falar de números, do quanto temos criado, 19 finalizações, oito dentro da área, mas o resultado final não acontece. Precisamos assumir nossas responsabilidades”, disse.
Thiago Carpini entende que o Vitória foi melhor que o Santos. Ele analisa:
“Na minha opinião jogamos melhor que o Santos, mas sofremos um gol recorrente, que já tínhamos sofrido contra o Vasco. Um confronto muito direto em que era importante vencer em casa, mas não aconteceu. Precisamos seguir trabalhando, evoluindo, melhorando. No segundo tempo teve finalização do Léo (Pereira), cabeçada do Halter (Lucas), tivemos volume, mas esse volume precisa virar resultado. Tem coisas boas acontecendo, mas preciso reconhecer o momento ruim”.



