Armandinho comemorou no sábado (10), no Campo Grande, os 50 anos da Banda Armandinho Dodô e Osmar. E mais, no Circuito Osmar, mestre e pai que o preparou para herdar o legado, juntamente com seus irmãos Macêdo, de eletrificar um carnaval sem cordas para o povão e para a alegria desse estado que chamamos Bahia.
“Eu sempre quis que o povo conhecesse a história de Dodô e Osmar, da qual eu tenho tanto orgulho. Porque foram eles que geraram esse Carnaval. Meu pai queria tocar para quem não podia entrar nos clubes. E foi só começar aquele cavaquinho a gritar, que o povo veio atrás”, lembrou Armandinho.
Neste Carnaval, o Trio Armandinho Dodô e Osmar mantém clássicos como “Pombo Correio”, “Vida Boa”, “Chão da Praça”, “Frevo do Trio Elétrico”, “Viva Dodô & Osmar”, “Zanzibar” e “Chame Gente” e inclui versões trieletrizadas. de “Bolero”, de Maurice Ravel, “Smooth”, de Carlos Santana e “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo.



